Deus tocou o meu coração e minha alma,
abrindo meus olhos para a verdadeira essência da vida.

21 de julho de 2014

Só por hoje, Pai.

Pai me ajude a nunca vangloriar-me destes textos, me auxilia a permanecer no caminho do bem, me ampare nos momentos em que eu fraquejar, não me deixes querer aplausos, mostra-me sempre qual o meu lugar, me ensina a ser humilde.

Pai que eu consiga passar com muita sabedoria e carinho, a todos os que se sentem sós, aquilo que o Senhor me dá de graça, o Teu amor; ensina-me a amar.

Pai ilumina com a tua luz, o meu coração, transforma-o em sol de amor, a mostrar o caminho da minha missão aqui na terra, e que ele seja sempre educativo e evolutivo.

Pai eu vibro em Ti, não me deixes tremer, dai-me coragem para não sucumbir ao vírus da preguiça e da comodidade.

Pai afasta de mim a facilidade da futilidade, mas, mostra-me sim o caminho para felicidade, mesmo não sendo ela deste mundo.

Pai que eu possa compreender a grande diferença entre sofrer e ser infeliz, e a transformar minha experiência em saídas para outras pessoas que estão emocionalmente desajustadas e que ainda não entenderam que a solidão, em suma, é a distância que estamos de nós mesmos. (*)

Pai que eu sempre tenha esperança, fé, pensamentos positivos, força e sabedoria, para compreender o que é melhor para mim.

Pai abençoa a todos que leram pacientemente a essas poucas palavras, acalmando lhes o coração, liberando-os do quadro de dor que lhes atormenta a alma, equilibrando os seus pensamentos.

Pai obrigado, pelo milagre que fez em minha vida; obrigado pela esposa e filha que concedeu aos meus cuidados; obrigado pela família e amigos que me deixou compartilhar; e, obrigado pela saúde de todos eles.

Um beijo no coração e que Deus nos abençoe a todos.


Silvio Klinguelfus Junior

(*) Livro - Zibia Gasparetto


6 de julho de 2014

Merecimento.

         Sem dúvida eu seria uma besta, se não agradecesse por um amanhecer como o de hoje, verdadeiro recomeço da vida a cada dia; e desta forma, todos os dias diante de um presente tão maravilhoso, sempre peço forças e sabedoria, para compreender o que seja melhor para mim.

Afinal, como Leocádio José Correia, declamou em sua poesia:

                                          “Deixem a cada pássaro o seu voo...
                                                    A cada campo as suas flores...
                                                    A cada animal a sua forma...
                                                    A cada homem o seu gênio...
                                                    A cada pensamento, a sua constituição, 
                                                                             o  seu objetivo de vida...
                                                    A cada espírito a sua rota...”

Diante de alguns acontecimentos dos últimos dias, como a passagem de uma pessoa querida para o lado de lá, sempre surgem questionamentos, do para que de tanto sofrimento, e sobre a instituição mais democrática que existe: a morte; pois ninguém se verá livre dela.

Na realidade é necessário compreender, que precisamos ter alegria em viver, nos posicionarmos no bem para que tenhamos amor por todas as pessoas e assim não julgarmos, e nesses momentos difíceis, nunca devemos perder a ligação com Deus, pois “o sofrimento é tolerável se não tivermos que suportá-lo sozinhos”. (Mark W. Baker)

Enfim, precisamos abandonar o mundo de faz de conta que criamos para nós, entendermos que sem esforço não há evolução, que ao invés de treinarmos apenas o corpo físico, devemos treinar também todos os dias e incansavelmente a nossa alma, a fim que possamos vencer as nossas próprias mentiras, assumindo assim finalmente as nossas responsabilidades.

Muitos conhecem o Evangelho, mas basta uma única dificuldade, e já bate a desesperança; se realmente acreditamos em tudo o que nos foi passado, não tem como sermos infelizes, mas mesmo que ainda não sintamos essa alegria, isso não quer dizer que alguém possa tirar isso de dentro de nós; pois Deus é justo, bondoso e amoroso, e assim sendo como Ele iria permitir alguma coisa que não merecemos.

Um beijo no coração e que Deus nos abençoe.


Silvio Klinguelfus Junior.

22 de junho de 2014

Prisões sem grades.

Baseada nos ensinamentos obtidos durante a
brilhante conversa com o médico psiquiatra
 Dr. José Luiz Condotta.
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Refletindo sobre a morte do pai de um conhecido, que sofreu durante anos com o mal de Alzheimer, mesma doença que o meu pai teve e que o levou no ano de 2.003; foram longos anos de sofrimento para todos da família. Essa doença é uma prisão sem grades, à alma do doente fica preso a um corpo senil e todos os demais familiares ficam presos ao seu redor.

Assim fiquei a imaginar, quantas outras prisões sem grades poderão existir, e tentando ir mais fundo nessa minha viagem interior, como ensinou o Dr. Condotta, me questionei se acaso atualmente eu vivo em uma delas.

E a resposta que eu cheguei, é que sim, orbito em torno de uma prisão sem grades, tal qual a um preso cumprindo pena em regime semiaberto tem algumas horas de liberdade para trabalhar, eu sempre preciso retornar para o mesmo lugar todos os dias, assim sendo, as distâncias são limitadas pelo fator tempo. É exatamente assim que eu me sinto, com relação à doença que eu tive e da qual não consigo me desvencilhar. Sou um preso de mim mesmo, da minha própria consciência, em outras palavras, preso ao meu próprio corpo.

Seguindo ainda nessa viagem interior, baseado nas orientações do médico psiquiatra, ampliando a minha consciência, cheguei à conclusão que são incontáveis as prisões a que estamos sujeitos, além da doença, podemos estar presos:

- a pais obcecados por seus filhos;
- a um casamento possessivo;
- a valores materiais os que têm sofrem desesperadamente por os vigiarem constantemente, e os que não os possuem arrasam a moral e a ética para tê-lo;
- a um emprego, muitas vezes não caminhamos de mãos dadas com a nossa profissão, simplesmente a suportamos pelas coisas matérias e pelo ambiente em que vivemos;
- podemos ainda estar presos ao passado que vive nos atormentando ou ao futuro que vive nos amedrontando.

E dentro de nós ainda existem prisões secretas, são elas: ciúme; raiva; ódio; medo; inveja; orgulho; prepotência; vaidade; complexo de superioridade e inferioridade; cobiça; sexo; drogas; e, etc... quem se lembrar de mais pode continuar, fiquem a vontade.

Acho que todos vivemos em alguma dessas prisões sem grades. E como fazer para nos livrar delas? Será que conseguimos?

Sinceramente eu não tenho uma resposta, pois mal saio de uma prisão caio em outra. O que eu tenho é uma teoria, que Deus em sua misericórdia, nos concedeu este corpo, para que possamos evoluir, e imprimiu em nossa consciência as Suas Leis, que são imutáveis e iguais para todos; o que difere é apenas a interpretação de cada um, e como somos livres para decidir, cada qual mediante o seu grau de conhecimento e seus valores, toma a sua decisão com relação a qual direção seguir, e quando essas interpretações se opõem aos ensinamentos, ou pior, não praticamos as Leis de Deus, inevitavelmente caímos em uma dessas prisões sem grades.

Acredito que até certo ponto nossas decisões contrárias as Leis de Deus, possam parecer darem certas, porém em um determinado momento somos chamados a olhar as Leis; daí o “bicho pega”, pois para essas Leis, não existem conchavos políticos.

Talvez não consigamos sair dessas prisões, mas podemos através do uso da inteligência, afrouxar as amarras, o primeiro passo é ter vontade de fazê-lo, deixar de acreditar que somos sempre os melhores e de esconder as nossas falhas, pelo contrário, enfrenta-las uma a uma; sem isso é impossível.

Precisamos trabalhar para conseguir esses objetivos, a começar pela nossa viagem interior, para que a nossa consciência comece a se apurar e ampliar-se, utilizando-nos da esperança e da fé, e assim darmos o primeiro passo rumo a nossa liberdade.
Dessa forma, quem sabe a nossa consciência nos forneça um “Habeas Corpus”.

E antes que alguém ache que eu esteja sofrendo, informo-lhes, que não estou conformado com a minha situação, e sim eu a aceitei para que eu consiga achar saídas, e mesmo não fazendo tantas coisas como antes, a minha vida é inquestionavelmente mais completa, nessa minha relação amorosa com Deus.

Um beijo no coração e que Deus nos abençoe hoje e sempre.


Silvio Klinguelfus Junior.

11 de junho de 2014

Despertar da consciência – deixe fluir.

Depois de um período meio turbulento, acredito ter feito às pazes com o meu “eu” interior. Desejo e peço sinceramente ao Pai, que essas palavras cheguem a quem esteja precisando.

Que eu consiga captar a energia maravilhosa que percorre o meu ser nesse instante; que tão bela emoção, somada as palavras maravilhosas do professor William Sanches, se transformem em reflexões para o despertar da nossa consciência. Espero concatená-las da maneira mais clara possível.

Infelizmente esquecemos de que fazemos parte da natureza, e aos poucos vamos nos desligando dela, assim ignoramos também que é natural o fato de que somos espíritos, prova disso que quando morremos a vida continua.

Mesmo sendo aparentemente tão simples, nos recusamos a aceitar que Deus, não quer nada material de nós, Ele quer apenas a nossa consciência e os nossos pensamentos.

Quer um milagre em sua vida? Movimente-se. Seja você próprio uma oração, em sua forma de agir e pensar, dê exemplo.

A fé gera ação, e a ação gera o milagre. Portanto, precisamos estar em movimento continuo. E, essa ação sempre nos empurra para frente, principalmente quando estamos estagnados,  surge algo que vem para forçar a deixarmos a letargia.

Assim ocorre diariamente com as pessoas que nos cercam, e muitas vezes entramos na energia negativa de algumas delas e isso acaba com o nosso dia. Precisamos compreender que aqueles que te querem bem, lhe empurram para cima, por isso, mais vale aplaudir o sucesso do outro, do que tirar alguém do fundo do poço, pois quando isso ocorre nos colocamos em uma posição superior.

Abandone os paradigmas (modelos de conduta, que seguimos sem saber o porquê) que carregamos, entenda que no fim, somente se lembrarão de nós, pelo que fomos e não pelo que tínhamos, assim, faça os outros sentirem-se bem ao seu lado; não podemos estar com alguém lhe desejando algo de ruim. Mude.

Todos nós somos companhias temporárias para os outros, somos eternos apenas para nós mesmos, dessa forma, deixe as pessoas livres para seguir o caminho delas. Conheça pessoas diferentes de você, experimente trocas, aprenda coisas novas, evolua. Simplesmente deixe Fluir.

Passe a valorizar o que de bom você já tem, não se preocupe tanto com os outros, cuide de você mesmo, abandone as comparações, elas só lhe trazem coisas ruins. Aprenda que você é único, olhe para ti e não para os outros, deixe de se achar vítima, mude a sua postura diante da Vida, faça as coisas a sua maneira e não para agradar aos outros. Assim, dessa forma, invariavelmente sofremos, porque sempre queremos a compaixão do outro diante das nossas dificuldades; acreditamos que Deus está nos punindo e pior até nos fazemos de vítimas. Não se esqueça que o fluxo da vida é você mesmo, Deus não lhe está punindo, é apenas a vida que está querendo lhe dizer alguma coisa.

Utilizemos um pouco do raciocínio, se Deus está em nós, não seria nada lógico, que Ele castigasse a si próprio, creio sim, que em sua inteligência suprema, nos permite que façamos as nossas próprias escolhas.

Um beijo no coração e que Deus nos abençoe hoje e sempre.

Silvio Klinguelfus Junior.


6 de junho de 2014

O amor é mais forte que o ódio.

Tenho imenso prazer pela leitura, e para quem compartilha desse hábito, não é necessária explicação; de alguns livros aproveitamos apenas uma frase, de outros não descartarmos nem uma frase, há aqueles que marcam a nossa alma para a eternidade e também existem os que de tão leves deixam apenas lembranças tal qual uma brisa suave em uma noite quente de verão.

Ganhei recentemente um livro de uma amiga, cujo título é: “Jesus, o maior psicólogo que já existiu” - (autor: Mark W Baker – editora: Sextante “2005”). Esse livro é da categoria daqueles que não descartamos uma única frase, ao terminar a leitura apenas do primeiro capítulo, se fez necessário uma pausa, para reflexão sob o ponto de vista do autor, que traça um paralelo entre a psicologia e os ensinamentos de Cristo, e de como ele consegue resolver problemas dos seus pacientes, utilizando-se desse método.

Eu compreendi, que para o autor, as pessoas arrogantes e rígidas, normalmente são inseguras e sofrem muito em assim o serem, pois quando têm medo, passam a ter dificuldades para compreenderem toda a situação e aceitarem que a vida é um ato de fé; condenam e temem o desconhecido, independentemente de todo o conhecimento que possuem, tudo isso é a base da intolerância, e assim seguem julgando, condenando, punindo e destruindo vidas, até que um dia irão descobrir que o amor é mais forte que o ódio e passarão a ter um relacionamento amoroso com Deus.

Enfim, entupimo-nos de informação, quando melhor seria transbordarmos amor. E por mais que o sofrimento nos cause dor, ele também nos faz crescer, aprendemos com ele, que tudo aquilo que acreditamos pode ser mudado com base na fé e não só pelo conhecimento.

Assim podemos até ser sinceros diante daquilo que acreditamos ser a verdade, mas nos esquecemos de que a nossa verdade é subjetiva e depende do prisma pelo qual a analisamos; podemos sim estar profundamente enganados, portanto, precisamos ser humildes o suficiente para manter a mente aberta, e não confundir, sinceridade com verdade, precisamos ser potencialmente bons, e preparados para as transformações, baseados sempre no bem, na justiça e no amor.

Um beijo no coração e que Deus nos abençoe.


Silvio Klinguelfus Junior.

27 de maio de 2014

Em sintonia com Deus.

Muitos que me acompanham aqui pelo blog, sabem pela leitura dos meus textos, exatamente como eu estava me sentindo quando os escrevi. Isso é um bom sinal, pois demonstra que estou conseguindo passar para vocês os meus verdadeiros sentimentos.

Aliás, esses sentimentos são inerentes ao nosso ser; nós os temos em abundância, fazem parte de nós, sejam bons ou maus, e acabam sendo eles a força que movem as nossas ações.

Dessa forma, devemos treinar incansavelmente esses sentimentos, para que eles sejam melhores do que maus, definir o que queremos com relação a eles, e entender que “SENTIMENTO NÃO É FALAR, É SENTIR”.

Precisamos nos acalmar e ouvir aos nossos sentimentos, porém, com serenidade, para que possamos optar pelos bons, atingindo assim a paz de consciência, superando mais facilmente os obstáculos existenciais, pois nem tudo que achamos que é certo o seja, dai a necessidade de qualificarmos esses sentimentos, enfim, nos equilibrarmos.

Temos um problema muito sério com esse tal de equilíbrio, gostamos de julgar o lixo dos outros, de censura-los, só observarmos os pontos negativos e morremos de medo do mal que eles nos podem fazer; simplesmente nos esquecemos dos nossos próprios lixos, de que não precisamos machucar ninguém para dizer que o amamos, e que podemos agir de forma respeitosa para com todos, pois afinal, cada qual tem o seu próprio momento.

Urge nos conhecermos melhor interiormente, treinarmos os nossos sentimentos para o bem, agirmos com mais amor e menos egoísmo; pois, do nosso interior é que nascem as nossas atitudes; quando começamos a trilhar esse caminho, estaremos mais próximos da felicidade.

Muito daquilo que nos foi passado como verdade, é o que acaba sustentando o mal que carregamos; quando nos conhecemos melhor, nos livramos desse peso, passando finalmente a nos amarmos, e consequentemente a amarmos ao próximo.

Quer mudar? Faça as coisas de formas diferentes. Comece pelas coisas pequenas, tomando assim consciência das suas limitações, superando-as uma a uma, crescendo de dentro para fora, até que pensar no bem, se torne um hábito, mudando assim a nossa forma de pensar e agir.

Devemos sempre nos lembrar, que as Leis de Deus são universais, podemos até ser civilizados, mas de nada adianta se não formos moralizados, assim sendo, mesmo que mereçamos pagar por algum mal que cometemos, sempre é possível resgatá-los pelo amor e com superação, e não com sofrimento e ódio.

Um beijo no coração e que Deus nos abençoe.

Silvio Klinguelfus Junior


ps. Agradeço de coração ao Dr. Edmundo Pinheiro, pelas palavras que sempre tocam fundo a minha alma.

22 de maio de 2014

EMOÇÃO DA DIGNIDADE.


Quando foi que eu embarquei nessa viagem ao fundo do poço, ela só pode ter uma via expressa, inacreditável; basta apenas um único descuido, que lá vamos nós para o buraco.

De repente ficamos cansados de dar explicações, cansados de aguentar insultos, cansados de cedermos, cansados de papo furado, cansados de tanta ignorância, cansados de hipocrisias; e quando ficamos cansados de tudo isso, começamos a nos transformar em uma espécie insuportável, que podemos denominá-la de “chatonildos”.  

Creio que eu deva estar passando por essa fase; são problemas atrás de problemas, e se não os bastassem, acabo por atrair, por assim dizer, outros “chatonildos” para perto; e ai meu irmão, para superar os desafios diários precisamos de esforços inimagináveis. Se você, assim como eu, estiver nesse exato momento curtindo essa viagem - #tamojuntos na rede social da neurose; conforme cada vez mais nos afundamos nessa rede doentia, mais nos distanciamos daquilo que realmente importa.

Preciso nesse momento, urgentemente me reequilibrar, me reavaliar, me religar aos bons pensamentos, passar a vibrar de forma positiva, colocando o amor acima de tudo, abandonando aos vícios, levantando a cabeça e descartando a ingenuidade que nos faz aceitar coisas que não deveríamos, destruindo assim o nosso caráter.

Agora para por tudo isso em prática e abortarmos a queda livre, é necessário nos utilizarmos dos freios ocultos que carregamos, são eles: a consciência coerente, o bom-senso, a humildade conosco mesmo, a dignidade e a solidariedade com a verdade; e se tudo der certo, começaremos a subida novamente, sem, contudo perdermos o sentido direcional do nosso próprio ser, conectando-se assim a maior e mais antiga Rede social de todos os tempos – Jesus.

Um beijo no coração e que Deus nos abençoe.

Silvio Klinguelfus Junior






7 de maio de 2014

MUDANÇAS...

Estava eu meio que decidido a por um ponto final, neste blog. Não só aqui, como também nas redes sociais em que participo, aliás, venho há tempos ensaiando e ansiando por isso. De repente era como se a minha capacidade de contribuir na Rede de Luz, tivesse se esgotado

Os motivos para tanto, não são poucos, e fica até difícil de enumerá-los, mas basicamente dizem respeito a total falta de senso comum daqueles que participam desse mundo virtual, senão vejamos:

- Incitam a violência como se isso fosse à coisa mais normal do mundo, ao mesmo tempo em que postam fotos em seus templos religiosos;

- comentam sobre tudo e todos do alto do pedestal da sua ignorância, e se dizem Cristãos, Budistas, Hinduístas, Judeus, Islâmicos, etc... etc... etc...;

- praticam a acepção e o proselitismo, ao mesmo tempo em que publicam fotos com bananas em nome da luta contra o preconceito;

E pensava eu, de mim para comigo mesmo:

- que adianta martelar na tecla da transformação intima, se ninguém realmente se importa;

- de que adianta criar uma rede do bem, se ninguém deseja intimamente participar;

- de que adianta falar que é necessário esforço para as coisas acontecerem, se o que impera é a estagnação coletiva.

Somos realmente e verdadeiramente os doentes que Jesus veio socorrer. Não tem jeito, somos um complexo vitamínico do mal, composto por raiva, orgulho, vaidade, inveja, egoísmo, maledicência, tudo em uma única capsula, cuja prescrição é para a derrota daquele que está ao seu lado.

Mas bastou um único amigo passar por um momento difícil, para eu entender que quando nos propomos a ajudar alguém, na verdade estamos é auxiliando a nós mesmos. Simples assim. Não dá para julgar, pois precisamos muito de tudo isso, para tornarmo-nos pessoas melhores; é um sobe e desce desgraçado, ora estamos praticando o bem, ora estamos desejando o mal, ora estamos nas nuvens, ora estamos na escuridão, tudo depende do que necessariamente desejamos para nós mesmos, desafiando-nos constantemente, até o dia que encontraremos o caminho da retidão.

A esse meu amigo cujo pai fez a mudança de endereço, só posso dizer a ambos, até breve.

Um beijo no coração e que Deus nos abençoe.

Silvio Klinguelfus Junior



21 de abril de 2014

DÍVIDAS...

Algumas coisas ainda me incomodam profundamente, principalmente quando imaginam que eu deva ser perfeito, que sempre tenha que ter algo a dizer e que nunca possa errar.

Temos o péssimo hábito de julgar aos outros, espelhando-nos em nós mesmos, e isso é extremamente perigoso.

Já disse por aqui uma dezena de vezes, que os textos que eu publico são escritos sempre para mim mesmo, pois sou eu quem precisa ser ajudado por eles, sem uma única exceção; não os escrevo para ensinar nada a ninguém, não tenho essa autoridade, só o Pai a possui, assim sendo, façamos apenas e tão somente a nossa parte, para que cada um faça a sua, afinal, “a cada um segundo as suas obras”.  Nós recebemos aquilo que pregamos, dessa forma, se ama aos outros, também será amado, se trata bem ao seu próximo, assim também o será.

A capacidade para saber o que é certo ou errado, cada um já a possui, o que nos falta é a coragem de abrir nosso coração para a Luz Divina, por temer o que encontraremos dentro de nós mesmos; nos recusamos a nos afastar da vaidade, nos prendemos a ilusão do ter, e o pior de tudo, é que acreditamos que estamos no caminho correto, e assim nos mantemos afastados da verdade por um longo tempo, e durante o trajeto seguimos reclamando de tudo e de todos, baseados na ilusão do que não temos.

Creio sinceramente que somos devedores e precisamos resgatar muitas coisas (Pai perdoa as nossas “dívidas” ofensas), dessa forma, pouco importa de precisamos perdoar ou pedirmos perdão, ambas são importantes, a primeira nos ajuda a não cairmos, e a segunda nos ajuda a levantarmos. O perdão serve para todos e não só para alguns em especifico, somente quando evoluímos intimamente que passamos a compreender aos ensinamentos do Mestre, que o perdão é fundamental e que ele tem que ser incondicional.

Particularmente aprendi que o perdão, ajuda a diminuir a tensão que carregamos inutilmente, verdadeira válvula de pressão para a alma, quando perdoamos ou somos perdoados, ela se abre equilibrando-nos; utilizar-nos do auto perdão, também é uma forma de liberar essa pressão e uma boa receita para o nosso crescimento pessoal, em outras palavras, se você errou, o primeiro passo é corrigir o erro e prometer a você mesmo, que não mais irá cometê-lo.

Já há algum tempo, li em um livro (e como tenho o péssimo hábito de não anotá-los, não terei como citar o seu título), que perdoar é ter paz interior, que para atingi-la, devemos começar pelas coisas pequenas, esquecendo as mágoas, diminuindo a tensão, praticando atividades que nos de prazer, e sempre que pudermos respirar fundo, enfim, vivermos uma vida bem vivida, sem cobrarmos resultados imediatos.

Um beijo no coração e que Deus nos abençoe.

Silvio Klinguelfus Junior.

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ps. Estou adicionando o texto abaixo, pois acredito que ele tenha tudo a ver com o que eu escrevi. Esse texto foi escrito por um cidadão comum, que viveu entre nós - risos.

FILA INDIANA

Para mim os homens caminham pela face da Terra em fila indiana.
Cada um carregando uma sacola na frente e outra atrás.
Na sacola da frente, nós colocamos as nossas qualidades.
Na sacola de trás guardamos os nossos defeitos.
Por isso durante a jornada pela vida, mantemos os olhos fixos nas virtudes
que possuímos presas em nosso peito.
Ao mesmo tempo, reparamos impiedosamente nas costas do companheiro
que está adiante, todos os defeitos que ele possui.
E nos julgamos melhores que ele, sem perceber que a pessoa andando atrás de nós,
está pensando a mesma coisa a nosso respeito.
Mude, ainda dá tempo, e não esqueça...
"A vida é como jogar uma bola na parede:
Se for jogada uma bola azul, ela voltará azul;
Se for jogada uma bola verde, ela voltará verde;
Se a bola for jogada fraca, ela voltará fraca;
Se a bola for jogada com força, ela voltará com força.
Por isso, nunca "jogue uma bola na vida" de forma que você
não esteja pronto a recebê-la.
A vida não dá e nem empresta; não se comove e nem se apieda.
Tudo quanto ela faz é retribuir e transferir aquilo que nós lhe oferecemos...


Albert Einstein

13 de abril de 2014

Renúncia: - expressão maior de amor

Estou feliz, isto é fato.

Estou feliz pelo resultado positivo da cirurgia de um ente querido.

Estou feliz pelo casamento de um casal de amigos.

Estou feliz pela concessão do direito de usufruir de um novo brinquedinho.

Estou feliz por poder servir a boa causa.

Enfim estou feliz...

Durante a cerimônia de casamento dos meus amigos, as palavras, gestos e atitudes do pastor para com os nubentes, refletia a maior expressão do amor de um pai por seus filhos.

“Só se é feliz, quando tentamos fazer o outro feliz, afinal devemos nos fazer presentes, não adianta ser só metade”.

Sábias palavras, que me fizeram refletir sobre esse dom Divino, que é o equilíbrio.

“Quem dá recolhe a felicidade de ver a multiplicação daquilo que deu”.*

Na busca pelo equilíbrio profundo, não há agressão, impera a humildade, devemos ser proativos, procurando sempre transmitir a esperança, caridade e perseverar sempre na verdade (Deus), em outras palavras, priorizar o ser-humano, sem odiar, sem vingança, sem desejar o mal do próximo.

Quando perseveramos no bem, somos preenchidos por uma sensação de bem estar. Através dessa ação e de outras dignificadoras da vida, que nos fortalecemos contra todo o mal que não imaginaríamos que seriamos capazes de fazer.

Pessoalmente venho buscando pelo equilíbrio moral, e nessa busca, aprendi que ele passa obrigatoriamente pelo bom senso e pelo autocontrole, iluminando assim a nossa alma de esperança de que Deus é justiça, uma vez que Ele pode tudo, será sempre o poder maior de equilíbrio.

Enfim, tenhamos Fé em Deus.

Um beijo no coração e que Deus nos abençoe, hoje e amanhã, neste mundo e na vida eterna.

Silvio Klinguelfus Junior



*: Frase extraída do livro - Fonte Viva.

6 de abril de 2014

Reeducação da fé e da esperança.

Em algumas situações, se pudéssemos traçar um paralelo, somos como barcos a deriva, perdidos na vastidão do oceano; enquanto está tudo calmo, mesmo que estejamos sozinhos, cheios de problemas e com uma dificuldade imensa para sobreviver, permanecemos ali parados, esperando por um milagre. Não nos movemos para não gastarmos energia, e com isso, nunca descobriremos se existem outros em situação igual a nossa ali por perto, sequer temos a coragem de remarmos para alguma direção; enfim insistimos na esperança errada.

Mas de repente tudo começa a mudar (claro que sem a nossa escolha e vontade), o mar começar a agitar-se, o céu escurece, e uma tempestade cai sobre as nossas cabeças; e é exatamente nesse momento, que a fé transforma as pessoas; e isso é realmente algo impressionante de se ver.

Somente quando a tempestade chega e na iminência do naufrágio, é que levantamos a cabeça para avaliar a nossa verdadeira situação, e nesse momento ao correr os olhos pela embarcação, observamos que o leme está vazio, e como o relâmpago que corta os céus clareando o oceano, temos a mente iluminada e nos lembramos de Deus.

Imediatamente passamos a segurar o leme, com os pensamentos elevados a Jesus e descobrimos ter um objetivo, por Ele somos então guiados até a um porto seguro. Com esse gesto de fé, acabamos por nos transformar em sinalizadores para todos os outros que também estavam à deriva ao nosso lado e devido a nossa covardia não sabíamos, formando assim uma corrente de fé. Libertando-os tal qual a ti, da matéria e da busca apenas pelo concreto.

Recusamo-nos a mudar, mesmo que a situação esteja péssima, insistimos em permanecer estáticos, tudo para não ferir o nosso orgulho. Por causa desse orgulho besta, nos ausentamos e não aceitamos a realidade, em outras palavras, perdemos a razão, e como consequência, não sabemos qual direção seguir.

Quando reeducamos a nossa fé, passamos a ter esperança, não aquela de esperar, mas a esperança de mudarmos a situação para melhor, de irmos atrás; dessa forma, devemos buscar em nós mesmos a esperança e a fé, reconhecendo a nossa verdadeira essência, para que possamos mudar, ou seja, efetivamente por as mãos na massa.

Assim sendo, levando Jesus no coração, sempre teremos um objetivo em nossa caminhada, e sim, durante o percurso levaremos juntos as nossas dores, problemas, frustações e tudo mais que carregamos, mas sem nunca nos esquecer, que com Ele nos transformamos em agentes multiplicadores do amor de Deus, ajudando e sendo ajudado por todos que cruzam os nossos caminhos, e assim dia após dia, deixaremos de ser seres viciosos para nos transformarmos em seres virtuosos.

Um beijo no coração e que Deus nos abençoe.


Silvio Klinguelfus Junior

23 de março de 2014

O que dizer a uma pessoa com câncer?

Algumas vezes somos colocados em situações inesperadas e até mesmo inusitadas. Essa semana um amigo me procurou, queria saber se eu podia ajudá-lo. A mãe dele esta com câncer e totalmente inconsolável, e ele queria perguntar-me o que dizer para uma pessoa com câncer, haja vista, eu ter passado por um.

Expliquei-lhe que talvez a minha resposta não o agradasse, pois a mim mesmo, se eu a recebesse de alguém há cinco anos, também não me agradaria; que o meu entendimento sobre o câncer, era algo pessoal e que a minha posição só importava a mim mesmo.

Mas diante da insistência quase desesperadora, disse-lhe, que para mim, tudo se resume a uma palavra “APEGO”. Que basicamente já nascemos dizendo adeus, e quando a morte chega, perguntamos o que aconteceu de errado? E eu lhe respondo sem medo de errar: Nada, pois todo mundo tem o seu tempo.

Sua mãe está com oitenta anos, e a velhice é o coroamento do sucesso dela; compreender que existe vida após a “morte”, e que para chegar lá é claro que é preciso “morrer”, é sem dúvida algo que nos alenta. A eternidade da alma é uma realidade, excetuando os ateus, todos os demais que professam alguma religião e não importa qual seja, pois todas pregam a imortalidade da alma.

Aliás, tanto o ateu como o religioso, em seus extremos, tem algo em comum, sempre tentam converter quem estiver a sua frente.

Enfim, o problema não é para quem vai, e sim para quem ainda não foi. Como já afirmei, esse é um entendimento meu, e quando eu lhes digo isso, podem ter certeza, que os ouvidos mais perto da minha boca, não são os seus e sim os meus.

Portanto, é esse maldito apego, que nos faz sofrer. Tudo é mera ilusão, só é nosso aquilo que podemos levar para sempre, e são elas as nossas experiências e as nossas memórias, enfim, estamos passando por aqui, mas não somos daqui, tudo é transitório, não temos nada, as coisas apenas passaram por nós.

O sentimento de posse é latente em nós, senão vejamos: minha mulher, minha filha, minha casa, meu carro, meu emprego, e etc... e até pelas coisas ruins também nutrimos sentimentos de posse, meu câncer, minha deficiência, meus problemas, meu “karma” (esse eu não erro mais, karma: significa ação; então nada tem ruim – risos); assim, quando envelhecemos ou contraímos uma doença considerada grave, o que de fato acontece é que temos um problema sério para nos desapegarmos de tudo e de todos, temos uma sensação de perda, baseada na falsa sensação de posse.

Hoje em dia, eu dou sim o devido valor ao dinheiro e as coisas materiais, entretanto, não sou mais dependente delas, deixei de viver em função e em torno delas, compreendi que eu posso ter tudo, sem ser escravo disso tudo, percebi a tempo, que eu sabia o preço de tudo, menos o valor da minha própria vida.

Com o câncer, aprendi a viver de uma forma mais leve, menos sobrecarregada, mais feliz, descobri também que o melhor caminho sempre é o do meio, pois os extremos são sempre perigosos. E o principal, é que através dele encontrei Jesus.

Um beijo no coração e que Deus nos abençoe a todos.


Silvio Klinguelfus Junior

16 de março de 2014

PRESENTE DE DEUS.


Presente de Deus, esse Domingo maravilhoso, Ele sem dúvida é beleza, e está em tudo, nas árvores, nas nuvens, nas crianças. Deus está no meio de nós e principalmente dentro de nós.

Portanto, dentro de nós existe uma força espetacular que não se acaba nunca, podemos denominar essa força do que quisermos, mas particularmente gosto de denominá-la de alma, ela é a nossa energia, e quando deixarmos o corpo físico, viveremos em espírito.

Destarte, precisamos nos preparar para vivermos em espírito, religando-se a Deus, e pouco importa a sua religião e a maneira que isso ira acontecer, pois o que realmente tem importância é o que Deus pensa de nós e não o que os outros pensam. Deus conhece a história de cada um.

Todos nós somos tal qual a um texto, onde as pessoas quando nos veem, automaticamente fazem uma leitura, então, não seja um mero rascunho e sim se transforme em um texto bonito de ser lido.

Deixe as pessoas sentirem você, atraímos o que vibramos, tudo depende de como nos colocamos no mundo ou para o mundo, pode ser de uma forma negativa ou positiva, perdedora ou vencedora.

Quando nos transformamos passamos a evoluir e a ver o mundo de uma forma diferente, quando nos recusamos a essa mudança, é como se desistíssemos de evoluir, como consequência paramos de estudar e de reciclar as nossas ideias, e acabamos ficando para trás juntamente com várias outras pessoas que pensam iguais a nós, assim sendo, temos ao nosso lado, exatamente quem desejamos ter, perdedores ou vencedores.

Depois ainda ousamos dizer que é castigo de Deus, que Ele te colocou no mundo para ser infeliz e doente, só para sofrer e nada mais, ora se Deus é amor, o bem e a beleza, como pode isso? Vá-te catar...

O problema é que nos recusamos a estudar, a amar com a verdade, a apreender a não dizer “sim” o tempo todo para os outros, pois quando isso acontece sempre nos sobra o “não”; e já recebemos tantos “nãos” desde que nascemos que praticamente se torna impossível caminhar com as próprias pernas.

Um beijo no coração e que Deus nos abençoe.

Silvio Klinguelfus Junior


 ps. Obrigado Dr. William Sanches, pelas palavras que tocaram o meu coração.

9 de março de 2014

Mente preguiçosa.

Como é difícil não cair na tentação de transformar esse espaço em um confessionário, ou até mesmo em um diário, sei que no fundo um blog nada mais é do que um diário, mas também não é preciso escancarar, pode sim ele ter um mote.

Queria contar para vocês minhas pisadas de bola, as incursões pelo mundo da gratidão, as decisões certas que afinal se mostraram serem as erradas, as descobertas psicológicas ocorridas nesses erros, à retomada da vida pelo caminho do bem, as derrapadas em plena reta e em velocidade de cruzeiro, os tropeços que me desequilibraram e também das quedas, e do meu renascimento.

Mas como já disse, o Blog não é a casa da mãe Joana (coitada da dona Joana, sempre é ela quem paga o pato), ele tem um mote, e é por esse rumo que eu insisto em caminhar, sempre diante da Luz do Evangelho de Jesus.

Por preguiça (“eita” sentimento safado esse) nos afastamos do rumo, e assim adiamos o banquete Divino. Por sermos tão preguiçosos, acabamos por mudar sempre com base naquilo que acreditamos e não pelo que sabemos, e invariavelmente esse caminho não é o melhor. Sem dúvida alguma é o caminho mais fácil, já está tudo ali, condensado, mastigadinho é só engolir.  Para que então ter o trabalho de estudar, de refletir, basta acreditar e pronto.

Para vocês tenho uma confissão a fazer, não basta querer mudar, é preciso ter a vontade de querer mudar, para isso é preciso deixar de lado a preguiça e arregaçar as mangas, porque ninguém muda de improviso e sem esforço, eis a palavra – “esforço”. Experiência própria. Podem anotar.

A nossa consciência é o nosso Juiz, e diante das Leis Divinas, nenhum de nós poderá alegar ignorância, cuja sentença dependerá única e exclusivamente de nós mesmos, e de como utilizamos o nosso livre-arbítrio.

Aliás, sobre o livre-arbítrio, hoje um amigo me explicou o seu ponto de vista sobre o assunto: “O livre-arbítrio, só serve para uma única coisa, que é a de contrariar as Leis Divinas, sob a sua exclusiva responsabilidade.” Eu achei fantástica essa definição, nunca havia analisado por este prisma. Pois diante do conhecimento não há mais como olhar para trás, então o negócio é pisar fundo no acelerador, ou enrolar o cabo para nós motociclistas, e evoluir. Essa é a nossa missão.

A principal ferramenta para essa evolução é a “PRECE”, comece o dia com alegria e termine-o em agradecimento, ame a si mesmo, pois quem não se ama, jamais poderá ser capaz de amar alguém, quiçá, seus inimigos, perdoe sempre as ofensas e viva para servir, pois é servindo que se aprende a viver.

Um beijo no coração e que Deus nos abençoe.

Silvio Klinguelfus Junior.