Deus tocou o meu coração e minha alma,
abrindo meus olhos para a verdadeira essência da vida.

7 de fevereiro de 2026

NOVOS PERFUMES

 Novos perfumes 


Verso 1


​Eu estou revendo a minha vida

Recolhendo as redes, removendo a terra

Plantando outras flores...

Quero novos perfumes

Ver o desabrochar de uma nova vida.

​Refrão (O ápice emocional)

​É assim...

A gente envelhece e o entendimento floresce.

Eu estou revendo a minha vida,

Só importa a verdade, que demorou a florescer.


​Verso 2


​Tropeçando em erros até encontrar o caminho

Às vezes lobo, noutras ovelha

Às vezes louco, noutras um santo

Às vezes amei, outras odiei...

Eu sigo revendo a minha vida.

​Ponte (Crescendo musical)

​Paciência! Nada muda do dia para a noite.

Não vim pronto, estou aguando o jardim,

Apagando as chamas da vaidade.

Quis ser grande, diminui meu tamanho.

Quis ser importante... agora só verdadeiro.


​Final / Outro


​Eu estou revendo a minha vida...

Quero apenas um jardim

Que seja simples e belo

Que seja crescido e com raízes profundas.

Eu estou revendo a minha vida.


Autor Silvio Klinguelfus Junior 

SOROCABA, 16/01/2026



Verso 1]


​Sorocaba, 16 de janeiro, o sol castiga

Mas o frio na espinha é de quem entra na fila e não sai.

A cidade onde o "Soro" acaba... ironia de nome?

Não, é o descaso que mata e alimenta a fome.

Na UBS o estoque tá vazio, a prateleira tá nua

Enquanto o corpo padece, a política desfila na rua.

Gente morre! Não é estatística, é vida interrompida

No asfalto da "melhor cidade", a morte é bem-vinda?


​[Refrão - Forte e Agressivo]


​Sorocaba: a melhor cidade pra se viver? Só se for pra morrer! Só se for pra sofrer! O marketing brilha na tela do computador Mas não estanca o sangue, não cura a nossa dor. Gente morre! No silêncio do corredor.


​[Verso 2]


​Político faz post, faz vídeo, faz cena

Enquanto a população sofre o bullying do sistema.


É pressão psicológica, é falta de remédio

Transformando a esperança em puro tédio e cemitério.


Cidade dos tropeiros, das mulas, da tradição...


Mas tratam o povo igual carga, sem compaixão.


O progresso que pregam é só pra quem tá no topo


Pra nós, sobra o resto, o vazio do copo.


​[Ponte - Ritmo acelera]


​Janeiro cinza, o descaso é o roteiro

O soro acabou? Cadê o dinheiro?

O marketing é lindo, a realidade é cruel

Pra quem não tem convênio, o chão é o troféu.


​[Final / Outro - Batida para, fica só um grave]


​Sorocaba, 16 de janeiro.

Gente morre, e você bate palma pro outdoor?

O soro acabou na UBS, a dignidade foi pro ralo.

Entendeu, imbecil? Ou precisa que eu desenhe com o sangue de quem não resistiu?


(FADE OUT: Som de monitor cardíaco parando... Beep...)



O SAL DA ALMA

 Sal da Alma.



​[Verse 1]


Ah, o choro!

Quem nunca transformou emoções em choro

E fez a alma transbordar em lágrimas

Que descem em cascata pela face

Lavando a nossa alma e levando as impurezas?


​[Verse 2]


Quem nunca se emocionou com o amor?

Lágrimas que brotam pelas janelas da alma

Gotículas de orvalho na alvorada

Cada lágrima, uma gota de sal

Rumo ao Mar da Eternidade.


​[Chorus]


Ah, o choro! O sal da nossa alma.

O sal da terra, um sabor especial ao futuro.


Ah, o choro! O coração dilacerado,

A alma estilhaçada, mas a gente continua ali.


​[Bridge]


Sim, eu sei. Não é fácil ser você.

Ser forte todo dia, o peso que você carrega...

Queria chorar agora junto contigo.

O abraço é mágico: dois corações entre braços.


​[Chorus]


Ah, o choro! O sal da nossa alma.

O sal da terra, um sabor especial ao futuro.

Ah, o choro! O coração dilacerado,

A alma estilhaçada, mas a gente continua ali.


​[Outro]


São armadilhas que nós mesmos criamos...

Presos nelas, a gente vai vivendo.

Ah, o choro...

Ah, o choro...


​[End]


Autor: Silvio Klinguelfus Junior.


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Silvio K. Jr.


SIMPLESMENTE GENTE

 Simplesmente gente.


Verse 1]

Tem gente...

Que só de passar pela gente

A gente já fica contente

É tanta gente na mente

Gente como a gente.

E entre tanta gente

A gente, de repente

De gente... vira semente.


​[Chorus]


E do ventre germina gente

Para toda essa gente

Gente que é reluzente

Um beijo da gente, pra você somente

E o desejo que a gente

Seja simplesmente... gente.


​[Verse 2: Mais lento e reflexivo]


O mundo é uma escola

E a gente vive o aprendizado

Tudo é efêmero, tudo passa

O presente vira passado.

Suas vitórias e derrotas

O túmulo é o diploma de todos

Mas a alma... a alma é imortal.


​[Bridge: Com mais força no vocal]


Creia no futuro, estude e insista

Se o caminho for duro, persista!

O sacrifício de hoje

É a bênção que o amanhã traz

Faça o seu melhor, siga em frente

Em busca da sua paz.


​[Outro]


Siga em frente...

Seja simplesmente... gente.

Simplesmente... gente.


Autor: Silvio Klinguelfus Junior 


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Silvio Klinguelfus Junior.





O DESPERTAR DA CENTELHA

 O Despertar da Centelha



​[Intro: Guitarra com distorção pesada, mas lenta. Pratos da bateria marcando o tempo]


​[Verse 1]


Quanta dor somos capazes de suportar?

A perda de um filho, a falta de emprego

A falência batendo à porta, o medo...

O desespero de ver a fome no olhar

Uma doença incurável de quem se quer amar

Despedidas em rios de lágrimas... o fim?

Não, é só o começo do que há em mim.


​[Pre-Chorus]


No abismo da nossa insignificância

O medo vira coragem, a alma ganha distância

Não tenha dúvidas do que você é...


​[Chorus]


Somos centelhas divinas!

Verdadeiros sóis de amor

Iluminando o caminho

Afastando toda a dor!

Harmonia da alma, harmonia com o ser

Harmonia com o Universo que nos faz vencer!


​[Verse 2]


Obediência é o sim da razão

Resignação é o sim do coração

Volte-se pro íntimo, aprenda a lição

Reabilite-se na sua própria imensidão!

A culpa é nossa, a mágoa é nossa

A gente escolhe a queda ou a força da posse!


​[Bridge - Ritmo acelera / Guitarra frenética]


ACORDE!


Desligue esse piloto automático!

ACORDE!

O controle da vida não é um vácuo!

Tome as rédeas, não delegue o que é teu

O equilíbrio é a chave que Deus te deu!


​[Chorus]


Somos centelhas divinas!

Verdadeiros sóis de amor

Iluminando o caminho

Afastando toda a dor!

Harmonia da alma, harmonia com o ser

Harmonia com o Universo que nos faz vencer!


​[Interlude - Solo de Guitarra Épico e Emocional]


​[Final Movement - Mais lento e intenso]


Eu me desconectei... eu perdi a sintonia

Mas um simples ACORDE explodiu o meu peito


As lágrimas caíram, lavando o meu jeito

Gratidão pela reconexão!


Sintonia retomada!


​[Outro]


Sintonia retomada...


Acorde...

Acorde...

ACORDE!


​[End: Acorde final de guitarra sustentado com feedback]


Autor 


Silvio Klinguelfus Junior 



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Autor: Silvio K. Jr.