Deus tocou o meu coração e minha alma,
abrindo meus olhos para a verdadeira essência da vida.

16 de abril de 2017

RESSURGIR


Outro dia disse a um amigo, que há pessoas por quem nutrimos uma afeição especial, sem explicações, enfim, coisas de Deus. Meu amigo Guto se enquadra nesse quesito, inacreditável como as coisas que ele fala tem a capacidade de tocar o meu coração, tudo dito de uma forma tão singela e de tão leve faz meus pensamentos viajarem. Por isto e por todas as vezes que durante as nossas conversas me mostrou ser possível enxergar o mundo por outra perspectiva, sou lhe grato Guto.

Como nada é por acaso, em minha mensagem de Páscoa de hoje cedo, usei como analogia a pedra que Jesus removeu e que oprimia meu coração. E vem ele e me diz: essa pedra representa tudo de impossível para nós, que Jesus já a removeu, mas que infelizmente demoramos em perceber que somente Deus é a rocha onde a nossa fé se torna sólida.

Assim, quando formamos dentro de nós a convicção da continuidade da vida, a nossa perspectiva muda, passamos a ser mais serenos, ao nos tornarmos conscientes do Amor de Deus, passamos a encarar as nossas dificuldades e problemas, os quais podem parecer intransponíveis, mas com certeza serão superadas, enfim, como tudo, passará. Dessa forma, crescemos todos.

Jesus é o nosso modelo e guia, somos todos filhos de Deus. Da mesma forma, que ficamos felizes quando os nossos filhos se tornam pessoas dignas e nos apressamos a dizer que eles são resultados dos nossos atos, provavelmente Deus, fique feliz com as nossas atitudes, gestos e pensamentos.

Um beijo no coração e que Deus nos abençoe hoje e sempre.

Silvio Klinguelfus Junior.


9 de abril de 2017

Qual será a nossa utilidade?

Muitos que me conhecem, seja pessoalmente ou por aqui, sabem que sempre digo que estou em moratória, que Deus por algum motivo me concedeu um tempo extra aqui na terra deve ter lá os Seus motivos. Nesses anos extras, tive a oportunidade de conviver com outras pessoas que assim como eu, sobreviveram às ditas doenças terminais cujo destino dado como certo seria o túmulo.

O interessante disso, é que para a maioria esmagadora das pessoas envolvidas nesses casos, foi como se todos nós voltássemos a enxergar. Inacreditável, como todos possuíam uma rotina em comum, os depoimentos se sucedem e se trocássemos os nomes dos autores nos mesmos, muitos achariam que eles seriam seus de tão iguais.

A maioria de nós seguia presa a uma rotina totalmente improdutiva, a qual nos mantinha na escuridão/cegueira total, impedindo-nos de descobrirmos caminhos novos, espiritualmente falando. Éramos constantemente atacados por nossos três inimigos íntimos: orgulho, egoísmo e ignorância; e sem preparo para enfrenta-los, deixarmo-nos ser conduzidos por eles, causando em nós prejuízos morais, a indiferença, nos tornando ociosos e prisioneiros do lar, mas principalmente preguiçosos para os trabalhos do Pai.

Enfim, estávamos absolutamente enfermos, doentes da alma, vivíamos no individualismo, no erotismo desmedido e no consumismo exacerbado. Se alguém que me lê neste momento se identificar com essas palavras, consulte um médico, você deve estar prestes a sofrer de alguma doença grave.

Para esse grupo que ganhou esse tempo extra aqui na terra, o ponto em comum, é que todos acreditam que se aqui permaneceram deve ser porque há algum motivo, assim muitos chegam as suas próprias conclusões e no final todas se convergem para uma única direção: Deus.

A minha conclusão é que se eu fiquei é porque devo ter algo de especial para fazer por aqui.  Para mim, talvez a minha missão seja “viver Jesus”.

Veja bem, essa é a minha opinião. Diante do ocorrido comigo, não há como ficar indiferente a Jesus, mesmo sem Ele nunca se impor ou exigir nada de mim, ao senti-lo tão perto fez meu coração explodir de emoção a gritar por Ele, foi o que bastou para eu voltar a enxergar.

Infelizmente muitos veem, mas não enxergam. Dessa forma, lembre-se de apreciarem os ensinamentos do Pai com a razão e a lógica, não há nada de errado nisso, mas, principalmente com bondade, com o coração e bom-senso.

Talvez, chegará o dia em que todos nós iremos nos ajoelhar e implorar.

Um beijo no coração e que Deus nos abençoe.


Silvio Klinguelfus Junior